Toc toc, ainda há alguém por aqui?

Eu poderia dar todas as desculpas do mundo, mas não darei. Há momentos onde existe a fase de se afastar de algumas coisas. Uma delas foi o blog. E há fases onde ainda bate saudade, e bem isso acontece com o blog agora. Muita coisa aconteceu na minha vida, e foram coisas bastante legais. Como, por exemplo, hoje eu tenho um emprego. Não é algo da minha área - sou jornalista -, mas é algo que está me fazendo feliz. Aquelas coisas de ganhar o próprio dinheiro, mesmo que eu tenha iniciado isso "um pouco tarde", com 25 anos. 

Entretanto não vejo isso como motivo de reclamação, cada um sabe sobre o seu próprio tempo. Claro que há reflexões sobre eu poder ter começado antes, mas estou satisfeita com o caminho que estou seguindo, sinceramente. Óbvio que pretendo um dia, o mais breve possível, trabalhar com a área que estudei, mas também não me sinto mal por trabalhar em algo completamente diferente. Ser vendedora, está me ajudando a não ser tão tímida. Não há espaço para ter esse tipo de atitude. Estou aprendendo há cerca de um mês: de ser mais tolerante, de saber como conquistar a fidelidade do cliente e outras habilidades. É bastante legal, na verdade, além de conquistar alguns amigos de trabalho. 

Além de tudo isso, estou melhorando o meu inglês. Hoje estudo na Wizard, estou no livro W8, e é maravilhoso, apesar de entrar em um território desconhecido. A última vez que aprendi inglês foi há quase 5 anos, graças a Deus, pude voltar no nível que parei (intermediário) e estou feliz com o caminho que tenho traçado. 

Agora, o blog? Bem, estou planejando, mas sem pressão, começar a fazer críticas literárias. Eu tenho muitos livros aqui em casa, e qual é o melhor espaço senão o blog para falar sobre isso? Adianto que será em uma linguagem mais informal, ainda sou novata nisso, mas aos poucos quando eu adquirir mais experiências tentarei deixar as coisas mais profissionais. Pelo menos as fotos serão, isso eu posso garantir. 

Bom, acredito que é isso por enquanto. Não sei há alguém que lê ainda aqui, mas a proposta que eu fiz a mim mesma de ser um espaço amigável pra mim mesma, poder ver o quanto evoluí ainda me instiga bastante. 

Beijo,
Thanyx.

Pode ouvir sem medo: Retrospectiva musical.

Antes de iniciar o post propriamente dito, quero desejar a todos vocês um excelente 2018! Que tenha muita paz, felicidade, amor, prosperidade e claro, muita música! Mesmo que as coisas possam parecer mais contra do que a nosso favor, sejam perseverantes! ♥
Sem muitas delongas e desculpas, chego ao último post de 2017. Música é algo que rege a minha vida. Eu ouço as minhas bandas favoritas seja em casa, seja no ônibus. E mesmo que aqui eu não tenha postado muita coisa de música, eu tento me redimir nesta retrospectiva. Poderia colocar álbuns apenas lançados em 2017? Sim, mas alguns do ano passado também me marcaram e com certeza ainda irei ouvi-los em 2018.
Eu poderia fazer uma retrospectiva de fatos qufe aconteceram neste ano? Sim, mas achei clichê. Por isso decidi fazer sobre algo que marca a minha vida. Descobri ótimas bandas, mas também pude revisitar alguns grupos que aquecem o meu coração. A música é tão importante para mim que me ajudou até em outras áreas da vida.
Por último, não dividi esta retrospectiva em meses, até porque passei alguns meses ouvindo praticamente o mesmo cd rsrs. Então, vamos lá!

MindHunter.


Antes que me entendam mal, eu tenho uma espécie de hipnose com seriais killers: já tive momentos onde eu “googlava” sobre os mais famosos, como Ted Bundy, por exemplo. Não sinto admiração alguma por eles, muito pelo contrário, a minha empatia que geralmente é gigante, vai literalmente a zero quando se trata dos assassinos em série. Confesso que Hannibal é um dos meus vilões favoritos, mas porque trata-se de ficção pura e simplesmente – mesmo que possa ter uma inspiração do mundo real.

No mês em que Charles Manson finalmente deixou este mundo, eu me peguei interessada em Mindhunter, série original da Netflix. Criada por Joe Penhall e com a produção de Charlize Theron, a exibição é ambientada no final dos anos 70, época em que os mais famosos seriais killers surgiram na mídia, assustando a sociedade americana. Porém nesta época, esse termo tão utilizado simplesmente não existia. Na verdade, esses crimes eram conhecidos como “crimes violentos”. E só.

A polícia e o FBI, principalmente, apenas tinham interesse em prendê-los e não saber o porquê de um comportamento tão selvagem e animalesco, mas ao mesmo tempo, friamente calculado. E acima de tudo, como prevenir estes crimes brutais. Mas há dois agentes do FBI chamados Holden Ford e Bill Tench (interpretados por Jonathan Gross e Hold McCallany, respectivamente) que mesmo com a relutância de seu chefe, vão em busca de entender os motivos por trás destes crimes. Para isso eles vão utilizar das ciências da Psicologia, Psiquiatria e Sociologia.

Mindhunter foi uma das séries que mais me prendeu este ano. Apesar de ter zero empatia, o tema “serial killer” atrai muito o meu interesse, o que pode ser até contraditório.  Talvez seja pela surrealidade das coisas. Eu sei que o ser humano não é necessariamente bom, mas a questão de manipular sentimentos, de planejamento, da frieza é algo que me deixa bastante encabulada.

Confesso que eu fui um pouco no “trem do hype” antes de começar a assistir. Mas ele foi preenchido com sucesso. Até matou um pouco a minha saudade de Hannibal, de certa forma. Não há um momento em que a série decai, na minha humilde opinião.

Na verdade, a todo o tempo é criada uma tensão que me prendeu de tal forma que eu quase maratonei. Grande parte do sucesso disso são as citações de crimes reais feitos por serial killers como Ed Kemper, Jerome “Jerry” Brudos e Richard Speck. Estes três, em destaque, são representados de forma excepcional. Principalmente o Kemper interpretado pelo Cameron Britton. Aqui tem um vídeo comparando uma entrevista do real Ed Kemper e o da série.

Um fato curioso e que não tem muito a ver com a série, mas decido contar aqui porque é relevante para mim. Foi a primeira série em que eu vi legendada e com o áudio em inglês. Para quem não sabe, eu voltei a fazer curso para poder pegar o diploma de nível avançado, após 4 anos. Foi uma conquista pessoal entender tudo o que os personagens falavam. Bem, ponto positivo para mim.


Eu já espero ansiosamente por uma segunda temporada, o mais rápido possível. A série terminou em um clímax que com certeza dará “muito pano para manga” para o próximo episódio. Recomendo muito a série para quem curte o tema e séries policiais investigativas! 

Pop Funko: 12th Doctor!

Mais uma galeria de fotos. Para quem não sabe eu sou viciada em Doctor Who. Sim, aquela série britânica que tem quase 60 anos de existência. E sim, sobre um alienígena que viaja em uma nave disfarçada de cabine policial azul. E, por último, sim, aquela série onde este mesmo alien quando está prestes a morrer, ele se regenera, ganhando um novo rosto e uma nova personalidade. Um dia, falarei com mais atenção sobre essa série maravilhosa e que conquistou meu coração! 

Então, existem os Funkos: aqueles bonecos colecionáveis com uma cabeça grande. Existem várias linhas, como as de chaveiros, ursos de pelúcia. Mas a linha mais famosa é a Pop!, que contempla vários artistas, séries, desenhos animados, filmes. Por exemplo, Guns N' RosesStar Wars, Stranger Things e Doctor Who são alguns dos homenageados. Porém, se no exterior, eles são vendidos a preços razoavelmente baratos (15 dólares no site oficial), aqui no Brasil a história é outra: o preço mínimo é de 70 reais! 

Mas voltando, o player 2 a.k.a. meu namorado resolveu me presentear com um Pop Funko de Doctor Who. E o mais legal foi que ele me deu do meu Doctor favorito (até o momento): O 12th Doctor, interpretado pelo Peter Capaldi ou Capaldão para os íntimos.  O boneco representa o da nona temporada, onde - em minha humilde opinião - o Doctor do Capaldi me cativou de vez, além de ser o mais estiloso. Porém, chega de papo e vamos as fotos. Eu utilizei pisca-pisca (luzes de Natal) para dar o efeito de bokeh (desfoque) e incrementar a produção. Enjoy!









Sobre Guns n’ roses, sonho de adolescência e Rock in Rio.



Pois muito bem, eu fui no Rock in Rio. Nos milissegundos dos acréscimos eu estava lá, quando as circunstâncias eram completamente contrárias: Até então iria ver o show, que mais queria, pela televisão. Mas acredito que antes de chegar ao Rock in Rio e consequentemente ao show do Guns n’ Roses e minhas opiniões sobre, eu preciso voltar no tempo para poder explicar porque este show foi tão especial para mim. Então se prepara que o post será longo, acredito! E o post será tão longo que eu vou dividi-lo em partes para melhor aproveitamento da leitura e não ficar tão cansativo.

Portanto, este é a primeiro parte de talvez, 3 textos. Por que? Porque eu preciso explicar a minha paixão nos mínimos detalhes para chegar até o Rock in Rio. Então se prepara que terá um pouco de aventuras roqueiras nossa, péssimo nome! e como aqui é meu diário e deixo registrado as minhas memórias, eu quero fazer algo que eu vá ficar satisfeita mesmo que haja uma grande passagem de tempo!

Ah, eu colocarei os respectivos links para os textos nesta postagem na próxima semana, para não "poluir" a linha do tempo. Então caro leitor, fica ligado! :). Como aperitivo, colocarei a playlist que foi o setlist desse show inesquecível. Enjoy!




See ya!

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